Veja como o exame de espirometria ajuda
Tosse: entenda seu significado
A tosse pode surgir por várias razões. Entre as causas comuns estão:
- Pneumonias, resfriados ou gripe;
- Alergias ou irritação nas vias aéreas;
- Doenças crônicas, como DPOC, ASMA, fibrose pulmonar, Câncer de pulmão.

ACREDITA QUE EXISTE MAIS DE 50 MOTIVOS DIFERENTES PARA TOSSE!
DRA ALICE MAZUTTI é medica com Pós-graduação em Pneumologia pela Universidade Redentor em associação com a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia. Professora de Pneumologia na Universidade UNIRG há 5 anos.
Tem Experiência no tratamento de doenças pulmonares em adultos e crianças, com foco no acompanhamento contínuo e individualizado. Realiza consultas e espirometria em GURUPI/TO.
Valoriza cada etapa do cuidado, realizando consultas detalhadas e abrangentes, sempre com o objetivo de controlar a doença e melhorar significativamente a qualidade de vida do paciente.
Oferece orientações claras, desde as informações mais básicas até explicações mais avançadas, promovendo o entendimento completo da condição e fortalecendo a adesão ao tratamento.

Veja o que pacientes reais estão falando da Dra Alice Mazutti:




Cuidados que facilitam a respiração
1. Controle da tosse e do desconforto respiratório
- Evite ambientes com fumaça, poeira ou mofo;
- Hidrate-se bem;
- Use um umidificador em casa, se o ar estiver seco.
2. Melhore sua respiração com ação prática
- Pratique respiração diafragmática: inspire pelo nariz, soltando o ar lentamente pela boca;
- Mantenha postura ereta para facilitar a entrada de ar;
- Realize exercícios leves, como caminhada, com orientação médica.
3. Tenha sempre os exames em dia
- A espirometria deve ser realizada conforme recomendação médica;
- Repita quando houver piora dos sintomas ou mudança na rotina terapêutica.
Quando a tosse exige atenção?
- Se dura mais de 3 semanas, ou;
- Se vem acompanhada de catarro espesso, febre ou com sangue
- Se aparece junto com falta de ar ou chiado no peito
- Tosse noturna
- Acompanhada por vômitos
- Vem quando faz atividade física
Falta de ar: quando o simples respirar se torna difícil
A falta de ar, ou dispneia, é geralmente descrita como “suspiro”, “sensação de não conseguir encher os pulmões”. É um dos sintomas mais incômodos. Ela pode surgir após um esforço físico intenso ou até em repouso, e frequentes em doenças pulmonares crônicas como:
Na DPOC, por exemplo, ela aparece gradualmente e se agrava com o esforço físico. Em fases mais avançadas, pode ocorrer mesmo em descanso.
Na ASMA, a falta de ar costuma surgir durante crises desencadeadas por fatores como exercícios físicos, poeira ou alergias, e pode evoluir para sinais mais intensos mesmo em repouso nas fases mais graves da doença.
Mas as “Doenças agudas — aquelas que aparecem de forma rápida e com sintomas recentes, geralmente com menos de 3 semanas — também podem causar tosse e falta de ar.
Por isso, é importante ficar atento, pois logo no começo é fundamental avaliar bem a gravidade do problema.”
É um sintoma comum em várias condições de saúde, desde problemas respiratórios até cardíacos. Por isso, a falta de ar nunca deve ser ignorada.
Se você sente falta de ar com frequência ou em situações que antes eram normais, é fundamental procurar um médico. O diagnóstico da causa é o primeiro passo para o tratamento e para recuperar sua qualidade de vida.
O papel da espirometria
A espirometria é o exame fundamental para avaliar a função pulmonar. Ela mede:
- A quantidade de ar que você consegue expirar de forma rápida (VEF₁);
- O volume total de ar exalado durante uma respiração completa (CVF).
A confirmação de obstrução das vias aéreas — essencial para diagnóstico de DPOC e ASMA — é feita quando a razão VEF₁/CVF está abaixo de 70%.
Além disso, ajuda a:
- Avaliar o estágio da doença;
- Comparar resultados com valores esperados para sua idade, altura e gênero;
- Orientar o tratamento mais adequado.
- A espirometria confirma o diagnóstico e define gravidade e tratamento. Deve ser realizado por um profissional capacitado.

Para a maioria dos pacientes, fazer a espirometria é uma experiência muito tranquila, rápida e indolor. É um exame simples que não causa desconforto e é realizado em consultório ou clínica.
Gostaria de entender detalhadamente como é a Espirometria?
- Instruções Claras: Antes de começar, o profissional de saúde irá explicar passo a passo o que você precisa fazer. Você ficará sentado confortavelmente durante todo o exame.
- O Equipamento: Você usará um clipe no nariz para evitar que o ar escape e soprará em um bocal conectado ao espirômetro, que é o aparelho que mede a sua respiração.
- A Manobra Principal: A parte mais importante do exame é a manobra de sopro forçado. Você será instruído a inspirar o máximo de ar possível, enchendo bem os pulmões, e depois soprar com força e rapidez total, até esvaziar todo o ar dos pulmões. Isso é repetido algumas vezes para garantir a precisão dos resultados.
- Colaboração é Chave: O exame depende da sua colaboração para ser bem-sucedido. É importante seguir as instruções do profissional para obter dados precisos sobre a sua capacidade pulmonar.
- Resultados Imediatos: O espirômetro gera um gráfico na hora, permitindo que o profissional de saúde e o médico analisem os resultados logo em seguida.
Apesar de a manobra de sopro poder causar um pouco de tosse ou tontura passageira em algumas pessoas, o exame é muito seguro. Em poucos minutos, você terá um panorama detalhado da saúde dos seus pulmões.

Perguntas frequentes
1. Preciso parar de fumar antes da espirometria?
Sim. Fumar pode prejudicar o exame e interferir nos resultados.
2. Tosse e falta de ar são sempre sinais de DPOC?
Não. Podem indicar outras condições como asma, bronquite ou infecção. O médico vai esclarecer.
3. Espirometria dói?
Não. É indolor: você sopra forte num aparelho por alguns segundos, várias vezes.
4. Com qual frequência devo repetir a espirometria?
Geralmente, a cada 6–12 meses, ou conforme orientação médica, especialmente se os sintomas mudarem.
5. Dá para fazer espirometria em criança?
Sim a depender geralmente a partir de 4 anos.
Tosse em crianças
A tosse nas crianças é um grande motivo de faltas escolares, prejudicando o desenvolvimento. Traz noites mal dormidas, irritabilidade, perca de apetite, chegando até a causar alterações na face quando for adulto.
O mais comum é a tosse que vem e vai em ciclos, junto com nariz escorrendo. A vezes a mãe não sabe quando começa e quando termina o resfriado, pois parece até continuo sem ter fim.
Vem acompanhada por ciclos frequentes de antibióticos e corticóides que preocupam por seus efeitos posteriores.

1 Desvendando a tosse na infância
É necessário distinguir se a tosse realmente está durando muito tempo, pois pode ser amigdalas hipertrofiadas, refluxo, asma, rinite, quadros alérgicos, problemas genéticos da imunidade, pneumonia atípica entre outros motivos.
Uma tosse que dura 3 SEMANAS em criança sempre precisa ser avaliada por médico que conseguirá ver qual o motivo e assim poder tratar COM RESULTADO.
2 ALERTA para:
- Tosse noturna
- Tosse com vomitos
- Tosse quando brinca
- Laringite de repetição
3 Mas o que fazer para melhorar a tosse se for só um resfriado?
- O uso do mel diariamente a partir de 2 anos.
- Lavagem nasal correta (não é bobeira)
- Umidificação do ambiente com umidificador ou bacia com toalha molhada
4 Erros comuns que você mãe pode já ter cometido
- Achar que toda tosse é igual
- Trocar medicamentos por conta própria
- Dar xarope sem entender a causa da tosse
Veja o que estão falando da Dra. Alice Mazutti nas avaliações de pacientes reais.

Tosse no tabagista e ex-tabagista
Você sabia que não existe a história: Tosse em quem fuma é normal! Não existe tosse persistente, incomodativa e NORMAL.
Podemos estar diante de variadas doenças a principal é a doença do cigarro: DPOC – Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica que cursa com tosse, as vezes falta de ar ou produção de escarro continua.
Assim toda tosse que dure mais de 8 semanas no adulto deve ser avaliada. É possível com o tratamento correto viver sem tosse mesmo quem foi ou é tabagista!
Outro motivo muito importante para avaliação de tosse em paciente com DPOC é que nessa população a incidência de câncer de pulmão é bem maior e pode cursar também com sintoma único de tosse.

A tosse é algo ruim?
Na verdade a tosse é um mecanismo de defesa que o nosso corpo usa para tirar irritantes que vem até o pulmão, facilitando a chamada “limpeza pulmonar”.
Ou mostrar que algo dentro do nosso corpo não esta certo.
Sabia que a tosse pode ser causada por problemas que não estão no pulmão? Como refluxo, sinusite doenças do diafragma entre outros.
A TOSSE NÃO É UMA DOENÇA É UM ALERTA!
20 Causas Comuns da Tosse e o Que Elas Significam
A tosse é um reflexo natural e essencial para proteger as vias aéreas. No entanto, quando ela persiste, pode ser um sinal de que algo não está certo. Entender a causa é o primeiro passo para encontrar o alívio e cuidar da sua saúde.
- Gotejamento Pós-Nasal: Esta é uma das causas mais comuns de tosse crônica. Ocorre quando o muco escorre da parte de trás do nariz para a garganta, irritando as vias aéreas e provocando a tosse. É frequentemente causado por rinite, sinusite ou resfriados.
- Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE): O refluxo de ácido do estômago pode subir até o esôfago e irritar as vias aéreas, causando uma tosse seca e persistente, que costuma piorar quando a pessoa se deita.
- Asma: A tosse é um sintoma-chave da asma, principalmente se ela acontece à noite, durante exercícios físicos ou exposição a ar frio. Isso ocorre porque as vias aéreas se inflamam e se contraem.
- Bronquite: A bronquite aguda, geralmente causada por vírus, leva a uma tosse com muco que pode durar semanas. Já a bronquite crônica está frequentemente ligada ao tabagismo e resulta em uma tosse prolongada.
- Pneumonia: Esta infecção dos pulmões causa uma tosse forte, muitas vezes com catarro (muco), febre, calafrios e dificuldade para respirar.
- Tabagismo: O hábito de fumar destrói os pequenos cílios nas vias aéreas que ajudam a remover o muco e partículas. Isso resulta na “tosse do fumante”, um reflexo constante para tentar limpar as vias.
- Medicamentos: Certos remédios, como os inibidores da ECA (usados para pressão alta), podem causar uma tosse seca e irritante em algumas pessoas como efeito colateral.
- Alergias: A exposição a alérgenos como pólen, poeira, pelos de animais e mofo pode desencadear uma tosse alérgica, que muitas vezes vem com coceira na garganta e espirros.
- Infecções Virais (Pós-infecciosas): A tosse pode persistir por semanas após um resfriado comum ou gripe, mesmo depois que os outros sintomas desapareceram.
- Tosse Ferina (Coqueluche): Uma infecção bacteriana grave, a coqueluche causa ataques de tosse incontroláveis, seguidos por um som de “guincho” ao inspirar.
- Fibrose Pulmonar: Esta doença causa cicatrização dos tecidos pulmonares, tornando-os rígidos e dificultando a respiração. A tosse seca e persistente é um dos principais sintomas.
- Câncer de Pulmão: Embora a tosse seja um sintoma de muitas condições benignas, uma tosse crônica que não melhora pode ser um sinal de alerta para o câncer de pulmão.
- Corpo Estranho: A inalação acidental de um pequeno objeto, como um pedaço de comida, pode causar uma tosse súbita e intensa enquanto o corpo tenta expelir o objeto.
- Tuberculose (TB): Uma infecção bacteriana grave, a tuberculose causa uma tosse crônica com muco que pode conter sangue, além de febre e perda de peso.
- Insuficiência Cardíaca: Quando o coração não consegue bombear o sangue de forma eficiente, o líquido pode se acumular nos pulmões, levando a uma tosse crônica que piora quando a pessoa se deita.
- Tosse Psicogênica/Nervosa: Uma tosse seca, repetitiva e sem causa física, geralmente ligada a ansiedade, estresse ou hábito.
- Laringite: A inflamação da laringe pode causar rouquidão e uma tosse seca, que muitas vezes parece um latido.
- Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC): Um grupo de doenças, incluindo o enfisema, que causam tosse crônica com catarro, principalmente em fumantes ou ex-fumantes.
- Apneia Obstrutiva do Sono (AOS): Os episódios de apneia podem causar microdespertares e um tipo de refluxo do estômago, provocando tosse noturna ou crônica.
- Exposição a Irritantes Ambientais: A exposição a poluição, fumaça, produtos químicos, poeira ou partículas no ar pode irritar as vias aéreas e causar tosse persistente.
Se a sua tosse é persistente, intensa ou vem acompanhada de outros sintomas, é crucial procurar um médico para um diagnóstico preciso e o tratamento adequado.
10 Causas Comuns da Falta de Ar e o Que Elas Significam
A falta de ar, ou dispneia, é uma sensação incômoda e alarmante. Ela pode ser um sinal de que o corpo não está recebendo oxigênio suficiente. Conhecer as causas mais comuns é o primeiro passo para buscar ajuda e cuidar da sua saúde.
- Asma: A asma causa inflamação nos brônquios, tornando-os mais sensíveis. Em contato com gatilhos, eles se contraem e dificultam a passagem do ar, gerando a sensação de sufocamento.
- Problemas Cardíacos: O coração e os pulmões trabalham juntos. Se o coração não bombeia o sangue de forma eficiente, o líquido pode se acumular nos pulmões. Isso provoca a falta de ar, especialmente durante atividades físicas ou ao deitar.
- Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC): A DPOC, que inclui enfisema e bronquite crônica, danifica os pulmões, principalmente em fumantes. As vias aéreas se estreitam e perdem a elasticidade, causando uma falta de ar persistente.
- Ansiedade e Pânico: Situações de estresse intenso ou crises de pânico podem desencadear a falta de ar. A respiração se torna rápida e superficial (hiperventilação), alterando o equilíbrio de oxigênio e gás carbônico.
- Anemia: Quando a quantidade de glóbulos vermelhos (que transportam oxigênio) está baixa, o corpo não consegue distribuir oxigênio suficiente. Para compensar, a respiração acelera e se torna mais pesada, causando falta de ar.
- Pneumonia: Esta infecção nos pulmões pode inflamar os alvéolos (as pequenas bolsas de ar), que se enchem de líquido. Isso reduz a capacidade de absorver oxigênio, levando à falta de ar, geralmente acompanhada de febre e tosse.
- Embolia Pulmonar: Uma causa séria e súbita. Ocorre quando um coágulo de sangue se aloja em uma artéria do pulmão. Isso bloqueia o fluxo sanguíneo e a capacidade de trocar oxigênio, provocando uma falta de ar repentina e grave.
- Obesidade: O excesso de peso aumenta a carga de trabalho sobre o coração e os pulmões. Além disso, o acúmulo de gordura no abdômen pode comprimir o diafragma, dificultando a expansão completa dos pulmões.
- Doenças Pulmonares Intersticiais: São doenças raras, como a fibrose pulmonar, que causam cicatrizes e rigidez nos tecidos do pulmão. Com o tempo, essa rigidez impede que os pulmões se expandam completamente, levando à falta de ar progressiva.
- Apneia do Sono: As interrupções repetidas na respiração durante o sono podem afetar o metabolismo e a oxigenação. Isso pode causar sonolência excessiva durante o dia e, em alguns casos, falta de ar ao acordar.
Se a sua falta de ar é frequente, repentina ou grave, procure ajuda médica. Um diagnóstico preciso é o primeiro passo para o tratamento adequado.
Resumindo
Cuidar da saúde pulmonar é essencial para respirar com liberdade.
- Ao sentir tosse persistente ou falta de ar, procure um bom médico.
- A espirometria é o exame ideal para confirmar diagnósticos de problemas respiratórios.
- Identificar precocemente problemas respiratórios permite tratamentos mais eficazes e mais qualidade de vida.
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Bem vindos ao meu site sou Dra. Alice Mazutti. Médica. CRM 5053.
Minha prioridade é proporcionar resultados que transformem a sua qualidade de vida.
Minha missão é oferecer um cuidado completo para a saúde, melhorando sua qualidade de vida através de tratamentos clínicos focados.
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Além disso trato de outras condições respiratórias, como ronco, tabagismo, doenças da imunidade. Agende sua consulta e vamos juntos encontrar a solução ideal para você.
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Referências: